Não há porque se zangar
Não há porque questionar
Não há porque divagar
Não há porque sentir dor
Não há porque libertar a voz
Não há porque choros, chorinhos ou chorados
Não há porque criar olheiras
Não há porque se dizer o que pensa
Não há porque vontades
Não há porque opiniões
Não há porque enrolar os cabelos
Não há porque tanto frio
Não há porque tanta história, de verdade ou de faz-de-conta
Só há porque Clarice,
Cecília,
Clarita:
Tudo com C, tudo tão simples.